Xat . escrito em sexta 09 julho 2010 01:47
TRON: Evolution (Lançamentos) escrito em sexta 09 julho 2010 17:37
TRON mescla alta velocidade com muita pancadaria sem deixar de lado suas características
Se você nasceu bem antes da década de 1980, então provavelmente se lembra da série TRON. Tudo começou com um filme, lançado em 1982, que deixou todos espantados graças aos efeitos especiais gerados por computadores. O aspecto futurístico e um conceito baseado em games garantiram o renome de TRON. Posteriormente, os fãs foram presenteados com brinquedos e, é claro, jogos baseados no filme.
Agora, a Disney resolveu relançar a franquia nos cinemas com TRON: Legacy. E, como se pode imaginar, também teremos um jogo inspirado nesta nova iteração. Trata-se de TRON: Evolution, que deve trazer ação e aventura e, simultaneamente, evocar uma sensação de nostalgia para quem sabe o que é TRON.
O título promete trazer não somente as corridas repletas de neons contrastando com o plano de fundo, mas também momentos a pé em que o jogador conta com combates à distância e ataques corporais. Em suma, TRON promete bastante. Preparado
A mitologia de Tron
Bem, além dos combates fora dos veículos, TRON também trará momentos na famosa Light Cycle, as motocicletas que deixam rastros de luz no caminho percorrido. Essas partes devem trazer dinamicidade ao game, com eventos de toda sorte. Um dos ataques inimigos, por exemplo, consiste em reprogramar você e o ambiente, podendo ocasionar mudanças severas no trajeto. Certamente, isso será algo interessante.
Ao contrário do que muitos imaginam TRON: Evolution não é um jogo baseado diretamente em TRON: Legacy. O título apenas aproveita a onda gerada pela obra cinematográfica para se projetar e utiliza sua própria mitologia. Na realidade, Evolution é como uma introdução aos eventos de Legacy.
O título se passa no ano 1989 do “calendário Gregoriano”, como informa a Propaganda Games, responsável pelo desenvolvimento. E, coincidentemente, Evolution chegará às lojas antes de o filme estrear nas telonas. Mais bacana ainda são as surpresas que os jogadores verão no filme. A desenvolvedora garante que quem jogar Evolution notará algumas citações ao título quando a obra da Disney estiver sendo projetada nos cinemas. Estamos curiosos para saber qual será esta surpresa.
Combates a pé?
Voltando aos momentos de plataforma, TRON: Evolution trará um
sistema de jogabilidade que se baseia fortemente em
games de plataforma atuais, como Prince of Persia. Por meio
de um esquema simples, o jogador pode andar pelas paredes, saltar e
se pendurar em determinados objetos sem qualquer dificuldade. Para
melhorar, tudo isso é indicado logo no início do game com um
tutorial.
Existem dois tipos de ataque no game. Um deles desfere um golpe
corporal, capaz de causar um dano considerável ao
inimigo. A segunda opção, entretanto, lança um disco com
atributos semelhantes aos de um bumerangue. E mais: você pode optar
por várias opções de postura em combate, permitindo que o jogador
aplique seus golpes correndo, em posição neutra ou na defensiva. Há
também um terceiro ataque especial, que pode ser facilmente mapeado
no botão Y (triângulo no PlayStation 3). Não existem combos, mas
mesmo assim os combates devem ser intensos.
Conforme o
jogador aniquila seus
oponentes ele recebe pontos de experiência, que permitem o alcance
de novos níveis. No modo multiplayer você também poderá
subir de nível, podendo chegar até o 50 na modalidade
competitiva — que suporta tanto combates a pé quanto em
veículos. O bacana é que as habilidades conseguidas no modo para
vários jogadores também podem ser utilizadas na
campanha.
Nas Light Cycles, a ação é relativamente simples. O jogador deve
desviar dos rastros deixados pelas demais motocicletas, que agora
realizam curvas em qualquer ângulo, não sendo limitadas aos 90
graus. Além disso, você encontra os Recognizers na tela, que surgem
para bloquear as pistas.
Mesmo se tratando de um jogo inspirado em um filme, TRON parece ser divertido, principalmente para quem é fã da franquia. Tanto os momentos a pé quanto as partes sob as Light Cycles aparentam estar sólidas. Resta esperar pela sua chegada em 1 de novembro deste ano nas plataformas PlayStation 3, Xbox 360 e Wii para conferir como será o resultado.
Um herdeiro falsificado para FIFA Street (novidades) escrito em sexta 09 julho 2010 13:32
Colocar de lado todas as formalidades das partidas oficiais de futebol, mudando-se temporariamente para um campo menor e chutando boa parte das regras para escanteio sempre foi uma proposta interessante. Prova disso foi o sucesso relativamente duradouro da franquiaFIFA Street, que por vários anos encheu os bolsos da EA ao colocar jogadores de fama mundial para uma descontraída “pelada” em campos de periferia.
Bem, foi exatamente essa a ideia da Ubisoft para o seu Pure Futbol, embora aqui as canchas amadoras tenham sido postas de lado em favor de localidades pitorescas como o porto de Marselha ou os canais de Amsterdã. Afinal, conforme as duas principais franquias de futebol da atualidade — FIFA e Pro Evolution Soccer — diluem cada vez mais os termos “arcade” e “simulador”, é natural que alguém aproveite o espaço que sobrou.

O problema é que Pure Futbol não foi exatamente feliz com a sua postura “FIFA-Street-wannabe”. Sim, os jogadores de fama mundial estão presentes, as regras foram parcialmente deixadas de lado — ao menos a figura do juiz foi — e mantém-se a formação de cinco contra cinco. Mas são muitas pontas soltas, glitches gráficos e uma série de deslizes em relação à jogabilidade.
Dessa forma, embora o modo campanha traga diversos objetivos e possibilidades de personalização, fato é que a proposta “arcade” de Pure Futbol acaba bastante limitada por uma série de mecânicas equivocadas e/ou repetitivas. Não que jogar em um campo amador com um belo crepúsculo não seja particularmente inspirador. Mas algo parece ter faltado.
Aprovado
Modo campanha variado
Escorregadas à parte, não se pode
negar que Pure Futbol apresenta um modo campanha criativo e que
pode até mesmo conferir alguma longevidade ao título. Após um
rápido tutorial (opcional), você cria o seu próprio time e o seu
capitão para, em seguida, encarar vários desafios a fim de levar a
sua equipe da várzea para os holofotes.
Mas os objetivos aqui também são próprios de partidas amadoras; coisas como “quem fizer dois gols primeiro ganha”. Entretanto, existem ainda outros objetivos mais específicos que você pode cumprir durante as partidas, como permanecer mais tempos com posse de bola, ganhar por uma diferença específica de gols ou dentro do tempo limite. Isso garante, além da vitória, a possibilidade de contratar jogadores específicos do time adversário.
Hardcore até a veia!
No que diz respeito ao ritmo de jogo, Pure Futbol traz algo bastante semelhante a FIFA Street: o negócio é apostar na velocidade, com um mínimo de regras, para que a bola permaneça rolando por muito mais tempo. Em outras palavras, nada aqui tenta flertar com um simulador de futebol; é “hardcore” puro, simples e declarado!
Dessa forma, a figura do juiz foi deliberadamente excluída, e as partidas de cinco contra cinco se parecem muito com aquele seu futebol de fim de semana — com poucos passes, faltas ignoradas e dezenas de gols. Até mesmo as cobranças de lateral e escanteio foram aceleradas: você tem cinco segundos para fazer o lançamento.
Craques caricatos
O estilo visual assumido por Pure Futbol é, não por acaso, semelhante àquele utilizado durante vários anos para FIFA Street. Complementando a jogabilidade rápida e irreal, aparecem jogadores caricatos, com feições e traços exagerados. Como um toque especial, as comemorações de gols e de vitória ficam em algum lugar entre o ridículo e o apoteótico. De fato, é “ame ou odeie”.
Reprovado
Direto para o gol!
A intenção de criar uma jogabilidade fluida não foi ruim. O problema é que Pure Futbol acaba naufragando entre barras, medidores e mini games o que, embora confiram velocidade, acabam limitando as possibilidades e tirando o controle das mãos do jogador.
E o pior: o péssimo sistema de
passes dá somente duas opções para se fazer gol: correr e chutar
diretamente, ou cruzar e encarar dois mini games enfadonhos —
você terá que acertar o ponto certo da barra tanto para cruzar
quanto para cabecear, sob o risco de simplesmente ver a sua bola
passando ao lado do gol se o seu timing não for
perfeito.
Outro tiro no pé da Ubisoft é o sistema de corrida. Basta apertar “R2” para ver o seu jogador disparar sem precisão, em uma direção praticamente aleatória. Das duas uma: ou você atravessa com bola e tudo uma das linhas do campo, ou entrega de bandeja a pelota para um jogador adversário. Fato é que o estilo “chute a gol” de Pure lembra mais uma partida de basquete — em que praticamente nada ocorre no meio de campo — do que de futebol.
Ah, o sistema de faltas...
O sistema de faltas de Pure Futbal só não é tão ruim quanto é sem sentido. Funciona da seguinte forma: cada time tem uma barra de falta que é completada conforme se disparam manobras defensivas, digamos, pouco honestas.
Dessa forma, embora um carrinho direto nas pernas do adversário possa não parar o jogo imediatamente (?!), uma vez que a barra seja completada — isso em qualquer parte do campo —, ganha-se um pênalti. Aí fica a pergunta: por que não deixar sem faltas logo de uma vez? Pois é.
Defenda se puder
Jogar defensivamente em Pure é uma tarefa verdadeiramente hercúlea. A marcação dos seus jogadores é horrível, roubar a bola sem carrinho é quase impossível e, para ajudar, a câmera às vezes resolve não focar no seu campo de defesa — basta um contra-ataque rápido do adversário para que o gol saia sem que você ao menos tenha visto como foi!
Enfim, novamente, duas opções: distribua carrinhos a torto e a direito, ou espere que o seu goleiro faça milagres — o que não é bem a especialidade dele. Para completar, os goleiros aqui ainda têm o péssimo hábito de espalmar mesmo os chutes mais fáceis... Isso quando não erram o canto em um chute de meio de campo.
Patacoada online
Jogar Pure Futbol online pode ser tão decepcionante quanto as partidas offline. Existem “lags” — muitos, na verdade —, a impossibilidade de se criar os próprios torneios e ligas e, para completar, você terá que assinar o serviço exclusivo da Ubisoft, o Uplay Service. Você ainda deve penar com aquele famoso inconveniente de jogadores que abandonam a partida no meio. Enfim, uma pena, até porque o sistema de comércio online de jogadores utilizando “pure points” é interessante.
O seu maior desafio: a música
Da primeira vez que se entra em campo, a música incomoda um pouco, mas aguenta-se. Só a mistura entre futebol e filme do Chuck Norris — com batidas fortes dignas de filmes de ação — cansa, e muito, com o tempo. Não apenas as músicas, mas também os sons. Ao chutar a bola você fica com a nítida impressão de que enfiou o pé em um pedaço de papelão. Lamentável.
Vale a Pena?
A ideia de colocar jogadores com fama global para digladiarem em partidas ligeiras e sem firulas tem realmente o seu charme — não é nem de longe original, mas tem. O problema é que Pure Futbol aparenta ser mal acabado em tudo. São gráficos toscos, jogabilidade limitada e jogadores com Q.I. de alcachofra. Nem mesmo as belas paisagens de Milão e Amsterdã podem compensar os seus suados tostões aqui. Honestamente? Fique com o seu PES ou o seu FIFA.
Edição de conteúdo de FIFA 11 através da web site da EA (novidades) escrito em sexta 09 julho 2010 13:16
A EA SPORTS revelou nesta semana que FIFA 11 possuirá uma atração chamada Creation Centre, um conjunto de ferramentas para edição de times e atletas, permitindo personalizar aparência, atributos, escudos, acessórios e estádio-casa.
A novidade é que Creation Centre estará disponível através do portalwww.easportsfootball.com, sendo que os jogadores poderão baixar o conteúdo criado no site em seus consoles (PS3 e Xbox 360). A ideia provavelmente é deixar mais prático o processo de criação com o teclado e o mouse do PC.
Outra atração nova é o Custom Audio, que permite assinalar hinos para o time, canções que podem ser cantadas durante a introdução da partida, comemoração de gols e intervalos. FIFA 11 está com data de lançamento programada para o dia 28 de setembros nos Estados Unidos.
The Saboteur (Lançamentos) escrito em sexta 09 julho 2010 12:55
Saboteur é um game de ação em terceira pessoa
desenvolvido pela Pandemic Studios (também responsável pelos jogos
da série Star Wars: Battlefront) disponível para PlayStation 3, PC
e Xbox 360. O game leva o jogador a Segunda Grande Guerra, tema
constantemente abrangido pelos videogames, mas sob uma perspectiva
peculiar.
No jogo, você encarna Sean Devlin, um piloto de corrida que vive
uma vida calma e repleta de diversão. Mas, tudo vai por água abaixo
quando os nazistas invadem a França, local onde Sean mora. O
protagonista não vê motivos para escolher um lado da guerra, até
que uma tragédia o atinge e ele resolve lutar em uma batalha
completamente pessoal.
O jogo adota a fórmula de mundo aberto, em que é possível explorar
livremente toda a cidade. Contudo, um dos diferenciais do game é a
arte gráfica. No início, a cidade é completamente colorida, mas a
invasão dos nazistas deixa as coisas acinzentadas —
literalmente. Os ambientes apresentados em tons de cinza indicam o
domínio nazista.
Em relação à jogabilidade, Saboteur permite que os jogadores
desfrutem de dois estilos de jogo diferentes. É possível agir de
maneira cautelosa ou adotar um comportamento mais agressivo,
dependendo do que considerar mais adequado.
Durante as batalhas, Sean pode lutar utilizando os próprios punhos,
desferindo golpes fortes e fracos e até mesmo agarrões. Já nos
momentos em que há tiroteio, o protagonista desfruta de um sistema
de cobertura simples e eficiente. Sean também é capaz de escalar
praticamente tudo, o que facilita o acesso aos locais de difícil
alcance.
Além disso, você também identificará diversas estruturas famosas em
Saboteur, que servem como ponto-guia durante suas missões. Existem
objetivos primários e secundários, que envolvem diversas atividades
diferentes e ampliam a longevidade do game.







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